Pele e riscos da exposição ao óleo. (Desastre Ambiental)

 

O lamentável desastre ambiental causado pelo derramamento de óleo cru no litoral brasileiro pode também causar graves problemas de saúde, incluindo para a pele.
Tire as suas dúvidas e aprenda como se proteger! A seguir, os principais pontos do guia divulgado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

QUAIS OS SINTOMAS MAIS COMUNS APÓS A EXPOSIÇÃO E/OU CONTATO COM O ÓLEO CRU?
Na fase aguda de intoxicação, pode ocorrer irritação e dor na garganta e nos olhos, tosse, coriza, olhos avermelhados, com coceira e dor, cefaleia, náuseas, tontura e fadiga.
A pele, quando acometida, fica irritada e vermelha nas áreas de contato, evento conhecido como dermatite de contato, sendo a forma irritativa mais comum. Esses efeitos pioram se a pele permanecer exposta ao Sol, podendo causar queimaduras solares. Usar filtro solar de amplo espectro é fundamental.

 

QUAIS OS CUIDADOS PARA TRABALHADORES E VOLUNTÁRIOS QUE ATUAM REMOVENDO ESTE MATERIAL?
Utilizar equipamentos de proteção, como óculos, luvas e roupas que cubram os membros superiores e inferiores (mangas compridas e calças).
As luvas mais apropriadas são as de nitrila ao invés das de borracha, pois apresentam melhor proteção contra óleos, graxas e petróleo.
Gestantes e crianças não podem ter contato direto com o óleo!

MINHA PELE ENTROU EM CONTATO COM O ÓLEO CRU: O QUE FAZER AGORA?
A pele deve ser lavada com água e sabão. Antes, a aplicação de óleos para bebês e geleia de facilitam a remoção dos resquícios de óleo. Após essa etapa, a aplicação de cremes ou loções hidratantes é importante.
Não tente retirar o óleo com o uso de solventes (aguarrás, thinner, óleo diesel, querosene ou gasolina). O contato com esses produtos aumenta o processo irritativo.

Fotos: g1.globo.com

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